O que as famílias dizem sobre o Aconchego
Histórias reais de filhos, filhas e netos que buscaram um lar para seus familiares e encontraram mais do que esperavam.
← Voltar ao InícioDepoimentos das famílias
Cada relato abaixo é de uma família que já passou pelo processo de escolha e queria compartilhar a experiência.
Mariana Rodrigues
Filha de residente — Curitiba, PR
"Demorei para tomar essa decisão. Minha mãe morou conosco por anos e minha preocupação era encontrar um lugar onde ela fosse tratada como pessoa, não como paciente. No Aconchego, desde a primeira visita, percebi que é diferente. A Cláudia conhece cada morador pelo nome e pelo jeito. Minha mãe diz que se sente em casa."
Junho de 2025
Carlos Souza
Filho de residente — São José dos Pinhais, PR
"Meu pai tinha dificuldade de aceitar qualquer ajuda externa. Ele é muito independente. Começamos com a companhia diurna, só para ele se acostumar. Depois de dois meses, foi ele mesmo quem pediu para ficar mais tempo. Hoje está na residência mensal e parece mais disposto do que há anos."
Maio de 2025
Luciana Alves
Neta de residente — Curitiba, PR
"Minha avó tem 84 anos e sempre foi uma pessoa muito ativa socialmente. Depois que ficou viúva, fechou-se em casa. No Aconchego, voltou a ter conversas, passeios no jardim, alguém com quem jogar baralho. A mudança foi gradual, mas visível. Ela mesma diz que não troca."
Junho de 2025
Paulo Teixeira
Filho de residente — Colombo, PR
"O que me surpreendeu foi a honestidade da equipe. Perguntei sobre limitações do serviço antes de fechar, e eles responderam com clareza sem tentar me convencer de nada. Isso me deu confiança. Meu pai está lá há oito meses e nunca me liguei arrependido."
Abril de 2025
Regina Ferreira
Filha de residente — Curitiba, PR
"Minha mãe começou na companhia diurna e hoje está no lar completo. A transição foi natural — ela foi pedindo cada vez mais. O que me tranquiliza é saber que o ambiente é o mesmo, a equipe é a mesma, e ela não precisou de adaptação de novo."
Maio de 2025
Gabriela Oliveira
Sobrinha de residente — Pinhais, PR
"Meu tio não tinha mais família próxima em Curitiba e eu morava em outra cidade. Fiquei com medo de colocá-lo em algum lugar e não conseguir acompanhar de perto. A equipe do Aconchego me ligou algumas vezes só para dar notícias — sem que eu pedisse. Isso não tem preço."
Junho de 2025
Histórias em detalhe
Três percursos que mostram como o Aconchego acompanha famílias em momentos que exigem cuidado e confiança.
SITUAÇÃO INICIAL
Dona Helena, 78 anos, ficava em casa sozinha enquanto a filha trabalhava. Isolamento crescente, pouco apetite e humor mais fechado.
O QUE MUDOU
Começou na companhia diurna três vezes por semana. Passou a ter almoços em companhia, conversas e pequenas atividades manuais que sempre gostou.
RESULTADO
Em dois meses, a filha notou mudança no humor e na alimentação. Hoje Dona Helena vai todos os dias úteis por escolha própria.
"Não sabia que companhia poderia fazer tanta diferença. Para mim, parecia simples demais. Para ela, mudou tudo." — Filha de Helena
SITUAÇÃO INICIAL
Sr. Antônio, 82 anos, resistia a qualquer mudança. Após uma queda em casa, a família percebeu que o ambiente precisava ser mais seguro e com suporte próximo.
O QUE MUDOU
Mudou para a residência mensal com quarto individual. Adaptação aconteceu em duas semanas — a equipe respeitou seu jeito reservado sem forçar interação.
RESULTADO
Após um mês, passou a participar dos almoços coletivos por vontade própria. Família relata que ele chegou a elogiar a comida — o que era raro.
"Ele nunca ia admitir que gostou. Mas quando me ligou pedindo para eu trazer os xadrez dele, entendi que estava bem." — Filho de Antônio
SITUAÇÃO INICIAL
Dona Tereza, 87 anos, morava sozinha e a família em São Paulo não conseguia acompanhá-la de perto. Solidão e dificuldades com as rotinas diárias.
O QUE MUDOU
Entrou diretamente no lar residencial completo. Encontrou na casa outras mulheres da mesma geração, jardim para caminhar e atividades no seu ritmo.
RESULTADO
A família que antes ligava preocupada agora recebe ligações dela — contando novidades da casa. Passados seis meses, está entre os residentes mais antigos e queridos.
"Eu tinha medo de que ela se sentisse abandonada. Hoje ela diz que tem família lá também." — Sobrinha de Tereza
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Endereço
Rua Visconde de Nácar, 1310
Centro, Curitiba - PR
Atendimento
Seg–Sex: 08h–18h
Sáb: 09h–13h
Números que contam a história
13+
anos de atividade
200+
famílias atendidas
4,8
média de avaliação
3
modalidades de cuidado
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